Mistérios de Colditz revelados com registro de prisioneiros
Mistérios de Colditz revelados com registro de prisioneiros

Dispostos a lutar por seu país, eles acabaram passando grande parte da Segunda Guerra Mundial em cativeiro atrás de cercas de arame farpado.
Mesmo assim os 100.000 britânicos que se tornaram prisioneiros de guerra na Alemanha, Áustria e Polônia durante a luta contra Hitler conseguiram segurar grandes números de tropas inimigas pela inesgotável determinação de escapar.
E agora, 70 anos após o começo da guerra, os registros alemães de prisão de todos os britânicos capturados durante o conflito estão disponíveis na internet para aqueles que procuram informação sobre seus parentes ou ancestrais.
O banco de dados – originalmente compilado pelos alemães sob os termos da Convenção de Genebra, que requer que o inimigo notifique sobre tropas capturadas – ajuda a trazer à realidade histórias contadas na tela, como em “Fugindo do Inferno”.
Entre os listados está o ator Desmond Llewelyn, famoso por interpretar o ranzinza inventor de armas “Q” nos filmes de James Bond, mas que na realidade foi capturado em 1940 e passou cinco anos como prisioneiro em Colditz.
Outro prisioneiro famoso cujo registro será liberado é o Visconde George Henry Hubert Lascelles, que era o sétimo na linha de sucessão à coroa na época de sua captura, e ficou cativo em Colditz de 1944 até o fim da guerra.
O banco de dados forma uma das maiores coleções de documentos da Segunda Guerra disponíveis ao público, devido à regra que proíbe a liberação de documentos militares por 75 anos, devido a razões de segurança.
O mais infame dos mais de 100 campos de prisioneiros na Alemanha era, claro, o Castelo de Colditz. Oficialmente conhecido por Oflag IV-C, foi usado para abrigar prisioneiros Aliados que já tinham sido recapturados fugindo de outros campos, e deveria ser à prova de fugas.
Mas muitos homens altamente motivados dedicaram seu tempo a achar novas maneiras de enganar seus captores alemães, significando uma das mais altas taxas de fugas já registradas. Os ousados esquemas incluíam fabricar uniformes alemães, jogar-se de janelas a 40 metros de altura e até construir um planador no terraço.
Detalhes dos prisioneiros podem checados no website http://www.ancestry.co.uk/ – incluindo nome, patente, número, regimento e local do campo onde esteve preso pelos alemães durante a guerra. Juntamente, pode ser encontrada informação adicional como histórias de uma seleção de prisioneiros.
Fonte: Daily Mail, 27 de agosto de 2009.
Mesmo assim os 100.000 britânicos que se tornaram prisioneiros de guerra na Alemanha, Áustria e Polônia durante a luta contra Hitler conseguiram segurar grandes números de tropas inimigas pela inesgotável determinação de escapar.
E agora, 70 anos após o começo da guerra, os registros alemães de prisão de todos os britânicos capturados durante o conflito estão disponíveis na internet para aqueles que procuram informação sobre seus parentes ou ancestrais.
O banco de dados – originalmente compilado pelos alemães sob os termos da Convenção de Genebra, que requer que o inimigo notifique sobre tropas capturadas – ajuda a trazer à realidade histórias contadas na tela, como em “Fugindo do Inferno”.
Entre os listados está o ator Desmond Llewelyn, famoso por interpretar o ranzinza inventor de armas “Q” nos filmes de James Bond, mas que na realidade foi capturado em 1940 e passou cinco anos como prisioneiro em Colditz.Outro prisioneiro famoso cujo registro será liberado é o Visconde George Henry Hubert Lascelles, que era o sétimo na linha de sucessão à coroa na época de sua captura, e ficou cativo em Colditz de 1944 até o fim da guerra.
O banco de dados forma uma das maiores coleções de documentos da Segunda Guerra disponíveis ao público, devido à regra que proíbe a liberação de documentos militares por 75 anos, devido a razões de segurança.
O mais infame dos mais de 100 campos de prisioneiros na Alemanha era, claro, o Castelo de Colditz. Oficialmente conhecido por Oflag IV-C, foi usado para abrigar prisioneiros Aliados que já tinham sido recapturados fugindo de outros campos, e deveria ser à prova de fugas.
Mas muitos homens altamente motivados dedicaram seu tempo a achar novas maneiras de enganar seus captores alemães, significando uma das mais altas taxas de fugas já registradas. Os ousados esquemas incluíam fabricar uniformes alemães, jogar-se de janelas a 40 metros de altura e até construir um planador no terraço.
Detalhes dos prisioneiros podem checados no website http://www.ancestry.co.uk/ – incluindo nome, patente, número, regimento e local do campo onde esteve preso pelos alemães durante a guerra. Juntamente, pode ser encontrada informação adicional como histórias de uma seleção de prisioneiros.
Fonte: Daily Mail, 27 de agosto de 2009.
Veja também:
>>Nota de Falecimento: Anthony Rolt
>>Nota de Falecimento: Eric Dowling
>>Filmes: Fugindo do Inferno
>>Filmes: Fuga para a Vitória
>>Prisioneiro morre mais de 60 anos após ser torturado por nazistas





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