Vídeo: Tiger vs. Sherman
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Construtores trabalhando perto do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau encontraram uma mensagem em uma garrafa, escrita por prisioneiros – dizem historiadores.
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O Tenente-Coronel Geoffrey Collingwood Sherman, que tinha 93 anos, orquestrou a cerimônia de capitulação japonesa em Singapura, no dia 12 de setembro de 1945.
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Na Varsóvia do fim da década de 30 florescia um dos mais imponentes zoológicos do mundo, que abrigava ursos polares, elefantes africanos e linces naturais da única floresta intocada da Europa. Qualquer um que visitasse o local em outubro de 1939 não poderia ficar mais chocado com a destruição que sofrera, num terrível contraste com o paraíso de apenas um mês antes.
A vontade alemã de extinguir a nação polonesa, exterminando os intelectuais e banindo as universidades, se mostra dentro do zoológico ao Heck confiscar o restante dos animais que sobreviveram ao bombardeio de setembro. Jan Zabinski começa então a mostrar-se um estrategista que passaria toda a guerra a enganar os alemães, e consegue autorização para transformar seu domínio numa granja de porcos. Ao que os alemães instalam um depósito de munição dentro do zoológico, Jan instala um pequeno arsenal da Resistência Polonesa logo ao lado, antecipando que ali seria o lugar onde os nazistas menos procurariam por tal coisa.
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Muitos dos que lutaram contra a Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial o fizeram para derrotar o violento racismo que levou milhões de judeus à morte.
No fim, quase todos ficaram felizes. De Gaulle conseguiu seu objetivo de ver uma divisão francesa liderando a liberação de Paris, mesmo que a falta de tropas brancas significasse que muitos de seus homens eram na verdade espanhóis.
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Ele seguiu os passos de seu tio, que incentivou-lhe a optar pela carreira militar. Em novembro de 1914, Bach-Zelewski se tornou um dos mais jovens recrutas do Exército Alemão, servindo durante todo o conflito e ganhando a Cruz de Ferro 1ª Classe. Após a guerra ele permaneceu no Exército e participou das lutas internas que se seguiram na Alemanha, ganhando reputação de corajoso e ousado. Em 1924 ele foi transferido para a Guarda de Fronteira, permanecendo com a força até 1930, quando juntou-se ao Partido Nazista.
Com o início da Operação Barbarossa em junho de 1941, Bach-Zelewski foi feito Alto-Chefe da SS e Polícia na retaguarda do Grupo de Exércitos Centro de Fedor von Bock. Suas unidades foram responsáveis pela eliminação de centenas de milhares de pessoas em Riga, Bielorrússia, e leste da Polônia. Ele foi designado futuro chefe da Polícia de Moscou e promovido a SS-Obergruppenführer em 9 de novembro.
Com o assassinato de Reinhard Heydrich em junho de 1942, Hitler queria que Bach-Zelewski assumisse o posto de Protetor da Boêmia e Morávia, mas por estar ainda em convalescença, o Führer acabou nomeando Kurt Daluege para o cargo. Em julho de 1943 ele recebeu o comando das ações anti-guerrilha em todos os territórios ocupados, mas manteve-se concentrado no leste. Ele levou a cabo diversas represálias contra a Resistência Polonesa, mas suas ações tiveram pouquíssimo impacto nas atividades dos partisans. Na maioria das vezes, seus soldados chegavam atrasados ou forçavam os guerrilheiros apenas a uma realocação temporária, perdendo mais homens do que infligindo baixas.
No começo de 1945, Bach-Zelewski recebeu o comando do X Corpo da SS, mas suas unidades foram aniquiladas em combate em menos de duas semanas. Com a rendição, ele escondeu-se e tentou deixar a Alemanha, mas foi preso pelos americanos em 1 de agosto. Em troca de seu testemunho contra os réus no Julgamento de Nuremberg, Bach-Zelewski nunca foi indiciado por crimes de guerra, sendo libertado em 1949.
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Ele passou a maior parte da Primeira Guerra Mundial com o 9º Regimento de Dragões, mas passou por vários destacamentos temporários, como um breve período com o estado-maior da 233ª Divisão de Infantaria e um rápido comando de uma companhia de infantaria. Ele terminou a guerra como Oberleutnant no estado-maior da 33ª Divisão de Infantaria.
Pouco antes do início da guerra, Crüwell foi designado para a intendência do 16º Exército, e em 1 de dezembro de 1939 foi promovido a Generalmajor. Designado temporariamente para a 5ª Divisão Panzer em 6 de junho de 1940, no dia 1 de agosto ele finalmente recebeu seu próprio comando: a recém-criada 11ª Divisão Panzer. Crüwell liderou a 11ª Panzer durante a Campanha dos Bálcãs na primavera de 1941, atuando como ponta-de-lança do avanço do XIV Corpo Panzer na Iugoslávia. Por essas ações ele recebeu, em 14 de maio, a Cruz do Cavaleiro da Cruz de Ferro.
Contudo, ele, juntamente com Fritz Bayerlein, tinha discussões acaloradas com Rommel, quando este queria manter o avanço a qualquer custo. A dispersão de forças do Eixo pelo Passo de Halfaya para dentro do Egito proporcionou a chance para o sucesso da Operação Crusader, que empurrou Rommel novamente para El Agheila, na fronteira entre Cirenaica e Tripolitânia, no fim de dezembro de 1941. Ele foi prevenido dessa possibilidade por Crüwell, Bayerlein e os comandantes italianos.
Contudo, no dia 29 de maio, Crüwell decolou para um voo de reconhecimento do front em seu Fieseler Fi 156 Storch. Após algum tempo sobrevoando o deserto aberto, o piloto da aeronave confundiu um grupo de soldados britânicos com soldados italianos, e fez um pouso ao seu lado. Ele e Crüwell foram imediatamente feitos prisioneiros de guerra.
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A odisséia do General LeClerc foi longa e dramática. Ele escapou duas vezes da captura pelo Exército Alemão durante a campanha da França em 1940, somente para chegar a Londres uma semana depois, exigindo um novo comando. Ele foi enviado para a África, onde liderou suas pequenas unidades por 1.600 quilômetros de deserto em sua luta para continuar a resistência militar francesa. Ele liderou seus homens em El Alamein e na travessia do deserto até a Tunísia.
Enquanto isso, a Resistência Francesa, sob o comando de Henri Rol-Tanguy, iniciou um levante total. Os partisans franceses pegaram suas armas e começaram a lutar contra os alemães nas ruas da capital francesa. Hitler ordenou que a cidade fosse dinamitada por sua insurreição. LeClerc ficou preocupado com a possibilidade de que os partisans fossem totalmente trucidados, e tinhas boas razões para isso.
As previsões Aliadas sobre os planos alemães para a defesa de Paris estavam corretas. Em 7 de agosto, o General Dietrich von Choltitz foi apontado Comandante Militar da Grande Paris com instruções de defender a capital até o último homem. Suas ordens eram para preparar todas as pontes para demolição e transformar a cidade numa fortaleza. Hitler ordenou que queria que Paris se tornasse uma Stalingrado para os Aliados.
A única coisa que nenhum dos lados levou em consideração foram as ações dos cidadãos de Paris. Elas começaram em 12 de agosto, quando os ferroviários entraram em greve. Em 15 de agosto, a polícia metropolitana se juntou a eles e, no dia 18, havia sido implantada uma greve geral na cidade. Em 19 de agosto, as forças da Resistência iniciaram a ação e tomaram alguns edifícios do governo enquanto também montaram bloqueios por toda a cidade.
A trégua leva a um dos pontos-chave para a Liberação de Paris: Choltitz não queria ou não podia esmagar a revolta? Em seus últimos anos, ele disse que ambas as escolhas estavam corretas. Qualquer que fosse seu real pensamento na época, parece bastante claro que ele não possuía os meios para lutar contra os partisans efetivamente, e na verdade a maioria de sua 325ª Divisão de Segurança estava então posicionada defensivamente fora da cidade. Uma coisa, no entanto, permanece clara: Hitler queria que Paris fosse defendida ou completamente destruída.
Eisenhower sentiu que não poderia liberar a divisão de LeClerc a menos que houvesse uma necessidade que soasse de natureza militar. Em 22 de agosto um apelo por ajuda vindo da Resistência em Paris chegou ao General. Os representantes da Resistência reportaram que Choltitz aparentemente não queria lutar. Eles imaginaram que ele estaria procurando uma desculpa para render a cidade, mas não o faria para forças de partisans.
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No início de 1935, o Savoia-Marchetti SM.81 Pipistrello fez seu primeiro voo e marcou um passo decisivo no desenvolvimento da aviação militar italiana. Era derivado do transportador civil de 18 passageiros Savoia-Marchetti SM.73, que fizera seu vôo de estréia em 4 de junho de 1934 e fora sucesso comercial imediato.
Como seu antecessor, o Pipistrello (Morcego) era um trimotor de asa baixa com trem de pouso fixo. Foi armado com seis metralhadoras defensivas Breda-SAFAT de 7,7 mm, o que era considerado armamento pesado em 1935. Italo Balbo era, por assim dizer, o “padrinho” do Pipistrello, visto que havia pedido por uma aeronave de grande alcance para servir as imensas colônias italianas na África.
O grande sucesso do SM.81 Pipistrello nesses combates levou a uma série de encomendas que eventualmente resultariam num total de produção de 534 exemplares. Entretanto, como ocorreu com outras aeronaves de combate produzidas no mesmo período, a Guerra Civil Espanhola não providenciou testes confiáveis para as necessidades que se seguiriam.
Após a Itália assinar o Armistício, em 8 de setembro de 1943, quatro SM.81 foram deixados no sul da Itália, vindo a lutar com a Força Aérea Italiana Co-Belligerante, ao lado dos Aliados. Os Pipistrellos restantes voaram para o norte para servir na Aeronautica Nazionale Repubblicana (ANR) formando, junto com seu primo maior, o SM.82, dois Gruppi Transporto que deram apoio à Luftwaffe no front leste. Algumas últimas aeronaves ainda sobreviveram à guerra e serviram com a Aeronautica Militare Italiana até serem finalmente aposentadas em 1950.
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