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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Série da HBO tem foco na Guerra do Pacífico


Série da HBO tem foco na Guerra do Pacífico


Em 2001, a minissérie da HBO “Band of Brothers” foi aclamada pelo público e pela crítica mundialmente, por sua detalhada e sóbria cobertura das batalhas da Segunda Guerra Mundial na Europa. Agora, a mesma rede e os mesmos produtores executivos – Steven Spielberg e Tom Hanks – abordam uma parte distintivamente diferente do mesmo conflito com “The Pacific”, que estréia na HBO em 14 de março [nos EUA].

As diferenças entre ‘The Pacific’ e ‘Band of Brothers’ são tão distintas quanto os conceitos dos dois teatros de operações – Europa, mapas, linhas territoriais desenhadas, armistícios honrosos”, disse Hanks. “A guerra na Europa foi a última guerra do seu tipo, em que grandes exércitos lutaram e decidiam quando começar e quando terminar. Na Europa, um soldado inimigo podia levantar suas mãos e a guerra acabaria para ele. A guerra no Pacífico foi mais como as guerras que se viu desde então – uma guerra de racismo e terror, uma guerra de horrores absolutos, tanto no campo de batalha quanto nas condições normais de vida”.

Os produtores dizem que se inspiraram em contar histórias de outra localização geográfica em resposta aos veteranos que assistiram “Band of Brothers”.

Recebemos tantas cartas positivas”, disse Spielberg, “mas ao mesmo tempo, cartas que diziam ‘eu fui veterano das Ilhas Salomão’, ‘eu lutei em Tarawa’, ‘eu estava em Midway’. Recebemos muitas cartas de veteranos do teatro de operações do Pacífico perguntando se poderíamos contar suas histórias da maneira como contamos as histórias do teatro de operações da Europa”.

Hanks brincou sobre a ânsia da HBO em retornar para o front.

E a HBO também disse: ‘Somos mais bem-sucedidos. Fazemos mais dinheiro que todas os canais comerciais juntos. Temos US$ 250 milhões para gastar. Quer fazer algo com esse dinheiro?’”. Hanks gargalhou. “Então pegamos o orçamento e filmamos. Fomos para a Austrália e pusemos balas nas armas para fazer o filme”.

Não que fosse tão fácil. A produção levou seis anos de trabalho – Hanks disse que ele e Spielberg se encontraram primeiramente para fazer outra minissérie sobre a Segunda Guerra Mundial durante a produção do filme “O Terminal”, que foi lançado em 2004 – e apresenta maiores desafios de roteiro.

Não pende para a narrativa mais graciosa que pode ser adotada com a guerra na Europa”, disse Hanks. “A guerra na Europa liberou Paris. Desembarcaram na Normandia, e eventualmente cruzaram o Reno na Alemanha, e Berlim caiu. A guerra no Pacífico não cabe nesse tipo de narrativa... A cerca de 160 quilômetros do lugar onde se passa ‘O Resgate do Soldado Ryan’, mais ou menos, está a Torre Eiffel. A 160 quilômetros de Peleliu está um ponto vazio do oceano no meio do Pacífico. Não pode usar as mesmas referências que a guerra na Europa usa. Essa é a razão porque, nessa produção, temos muito mais histórias individuais de três fuzileiros navais”.

Fonte: Pittsburgh Post Gazette, 16 de janeiro de 2010.

Trailer:

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6 comentários:

daniel disse...

só com o trailer já vejo a guerra do pacífico com outros olhos.

lolhehe disse...

Mais uma serie para colocar os americanos no pedestal , e mostrar que os japoneses eram os meninos malvados hahaha , lamentavel..

lcbotelho disse...

Não vejo a hora de assistir ... sensacional...

Anonymous disse...

Fantástica essa série! Além da primorosa reconstituição da época, conta com efeitos especiais de primeira qualidade.
O roteiro também é sóbrio e equilibrado.
Só me espanto ao ver comentários antiamericanos postados aqui. Hoje EUA e Japão são aliados firmes no Oriente, lutaram (e ainda lutam) lado a lado no Iraque e no Afeganistão, há bases americanas em território japonês e eles não reclamam. Só uma mente pueril e ignorante não enxerga isso.

Anonymous disse...

japoneses mocinhos, eua no pedestal...

A Alemanha ganhando a guerra, o que aconteceria?
Obrigado EUA e aliados.
Pedestal já.

caio frederico disse...

"quanto mais alto mais o ar fica rarefeito" nietzsche

se a alemanha ganhasse a guerra ela faria o que o eua e a urss fez, na história não existe o bem ou o mal, existe o homem.

mocinhos e bandidos são coisas de filmes, a história é contada pelo vencedor e não pelo vencido, os eua vendem seus filmes heroicos pena que na realidade o super-homem não existe, vietnã, iraque e afeganistão, que vexame.

u fofinho ai fez uma critica falaciosa não respeitando a opnião do outro, acho que deveria estudar a historiografia e não estórias, japão e eua aliados firmes kkkk patético, jogam duas bombas em um cachorro morto para espalhar o caos nuclear pelo mundo.

pueril e ignorante, eu adoraria ser pueril jovem e ignorante em saber mais ao invés de explanar tolices... anônimo vc é horrivel é um ser anônimo mesmo.

quanto ao filme .. prefiro cartas de iwo jima esse foi um soco no rim, amei