Ás americano se reúne com P-51 restaurado

Clayton Kelly Gross aproximou-se lentamente do P-51 Mustang, com a brilhante pintura amarela “Live Bait” no nariz, sua fuselagem de alumínio brilhando como um espelho. Por um momento, ele tinha 23 anos novamente.
Perdido em suas memórias, Gross silenciosamente tocou o coração vermelho pintado na lateral da aeronave após ele registrar sua quinta vitória e se tornar um ás, daí o “ás de copas”. Então, silenciosamente virou-se e olhou para o dono do Mustang, Jon Vesely, e o homem que arduamente o restaurou, Mike Vadeboncoeur, e sorriu. “Não me lembro de ter um brilho tão bonito”, disse.
Vesely tinha lido a autobiografia de Gross, “Live Bait”, e ficou tão impressionado com a história do ás de 8,5 vitórias, seus combates contra caças alemães, e como ele se tornou um dos primeiros pilotos americanos a derrubar um caça a jato Messerschmitt Me 262, que resolveu pedir permissão para pintar seu recém-adquirido Mustang nas cores de seu antigo avião.
Gross ficou animadíssimo. Ninguém nunca havia pintado um Mustang restaurando em sua honra antes. Vesely enviou-o fotos da restauração, mas não do produto acabado. Ele sabia que o velho ás iria ver o resultado em pessoa. “Acertei?”, perguntou Vesely. “Está absolutamente lindo”, disse Gross, dando-lhe um tapinha no ombro.
O Mustang de Vesely, que custou-o US$ 2,5 milhões – incluindo a restauração – é um dos cerca de 150 que ainda estão voando em todo o mundo, dos mais de 16.000 originalmente fabricados. Gross ajudou bastante durante o processo de restauração, dando preciosas dicas de como era seu caça.
Ele revelou que escolheu o apelido “Live Bait” durante uma missão de patrulha de caça, na qual voava ao lado de um colega. O outro piloto disse a Gross que voasse a baixa altitude para “atrair alguma atenção”, enquanto ele iria subir acima das nuvens. “O que acha que eu sou? Isca viva?? (‘live bait??’)”, disse Gross.
O ás também lembrou-se de quando derrubou o Me 262. Ele lembrou-se que o único jeito de um avião a hélice pegar um jato seria atacá-lo de surpresa. E foi isso que ele fez: “Eu estava a 3.500 metros e ele a 600 metros. Ele não me viu. Eu desci”.
Ferido, o piloto alemão saltou. Anos mais tarde, ele encontrou Gross e agradeceu-o por salvar sua vida: enquanto recuperava-se dos ferimentos, contou, todo o resto do seu esquadrão foi morto.






Fonte: JS Online, 28 de julho de 2010.
Perdido em suas memórias, Gross silenciosamente tocou o coração vermelho pintado na lateral da aeronave após ele registrar sua quinta vitória e se tornar um ás, daí o “ás de copas”. Então, silenciosamente virou-se e olhou para o dono do Mustang, Jon Vesely, e o homem que arduamente o restaurou, Mike Vadeboncoeur, e sorriu. “Não me lembro de ter um brilho tão bonito”, disse.
Vesely tinha lido a autobiografia de Gross, “Live Bait”, e ficou tão impressionado com a história do ás de 8,5 vitórias, seus combates contra caças alemães, e como ele se tornou um dos primeiros pilotos americanos a derrubar um caça a jato Messerschmitt Me 262, que resolveu pedir permissão para pintar seu recém-adquirido Mustang nas cores de seu antigo avião.
Gross ficou animadíssimo. Ninguém nunca havia pintado um Mustang restaurando em sua honra antes. Vesely enviou-o fotos da restauração, mas não do produto acabado. Ele sabia que o velho ás iria ver o resultado em pessoa. “Acertei?”, perguntou Vesely. “Está absolutamente lindo”, disse Gross, dando-lhe um tapinha no ombro.
O Mustang de Vesely, que custou-o US$ 2,5 milhões – incluindo a restauração – é um dos cerca de 150 que ainda estão voando em todo o mundo, dos mais de 16.000 originalmente fabricados. Gross ajudou bastante durante o processo de restauração, dando preciosas dicas de como era seu caça.
Ele revelou que escolheu o apelido “Live Bait” durante uma missão de patrulha de caça, na qual voava ao lado de um colega. O outro piloto disse a Gross que voasse a baixa altitude para “atrair alguma atenção”, enquanto ele iria subir acima das nuvens. “O que acha que eu sou? Isca viva?? (‘live bait??’)”, disse Gross.
O ás também lembrou-se de quando derrubou o Me 262. Ele lembrou-se que o único jeito de um avião a hélice pegar um jato seria atacá-lo de surpresa. E foi isso que ele fez: “Eu estava a 3.500 metros e ele a 600 metros. Ele não me viu. Eu desci”.
Ferido, o piloto alemão saltou. Anos mais tarde, ele encontrou Gross e agradeceu-o por salvar sua vida: enquanto recuperava-se dos ferimentos, contou, todo o resto do seu esquadrão foi morto.






Fonte: JS Online, 28 de julho de 2010.
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1 comentários:
Uma bela história. Mas sem querer ser chato, e já sendo, qual era o esquadrão que pertencia o Me262 ?? Qual unidade era ?? Todo o esquadrão foi morto ?? Desculpe, acho que isso é uma mentira, a ausência de provas justifica.
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