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segunda-feira, 14 de março de 2011

Velho sniper prova que ainda é bom de tiro


Velho sniper prova que ainda é bom de tiro


Ele pode ter 85 anos de idade, mas quando o veterano sniper Ted Gundy recebeu a chance de mostrar as habilidades que usou na Segunda Guerra Mundial, ele provou que ainda equipara-se com os melhores.

Gundy foi convidado a experimentar a mais nova tecnologia do Exército Americano num desafio para atingir um alvo a 1.000 metros de distância. Mas o antigo militar superou o desafio demonstrando extrema precisão.

Afinal de contas, ele lutou na Batalha das Ardenas – considerada uma das mais decisivas da história militar americana e a maior batalha já lutada pelo Exército dos EUA.

Antes de pôr as mãos no equipamento moderno, o Exército presenteou-o com uma réplica de seu antigo rifle A4 1903 – o mesmo que ele usou em batalha e não via desde a guerra.

Apesar de ter ficado 66 anos sem usar a arma, Gundy não teve dificuldade em acertar o alvo a 300 metros, acertando todos os três tiros.

Foi então que os instrutores ensinaram-no como funciona o avançado rifle Remington 700, explicando como atingir um alvo a 1.000 metros. A técnica envolve um segundo atirador, chamado de observador, que determina a direção do vento e quaisquer outras condições que possam afetar a trajetória da bala.

Gundy disse antes do tiro: “Eu não poderia nem imaginar que se pudesse ver o alvo, ainda mais atingi-lo”.

Espero poder atingir o alvo, mas se tivesse que apostar dinheiro, colocaria nove contra um que eu não conseguiria. É um caminho muito, muito grande”.

Mas sua modéstia foi maior que suas habilidades e ele conseguiu atingir o alvo com facilidade, com três impressionantes tiros na cabeça, a 10 cm de distância entre si. “Eu não acreditava que conseguiria atingir alguma coisa dessa distância”, confessou.

O Sargento Robby Johnson, que ensinou Gundy a usar o novo rifle, disse: “Conhecer alguém que esteve realmente lá, e foi um sniper naquela época, é uma honra imensa”.

Segurando as lágrimas, Gundy disse que a experiência foi “uma das melhores coisas que já me aconteceram na vida”.

Fonte: Daily Mail, 5 de março de 2011.


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