Extremista judeu propôs assassinar Churchill
Um extremista judeu que assassinou um ministro do governo britânico durante a Segunda Guerra Mundial também propôs assassinar Winston Churchill, mostram documentos do MI5.
Eliyahu Bet-Zuri sugeriu enviar agentes da Stern Gang, um grupo paramilitar sionista devotado a expulsar os britânicos da Palestina, a Londres para matar o então Primeiro-Ministro.
Bet-Zuri foi enforcado em 1945 por assassinar Lord Moyne, ministro britânico residente no Oriente Médio e grande amigo de Churchill, no Cairo em novembro de 1944.
O MI5 estava muito preocupado que terroristas judeus pudessem tentar assassinar outros líderes políticos britânicos, em particular o ministro do exterior do pós-guerra, Ernst Bevin, mostram arquivos recentemente liberados.
O Major James Robertson, da seção do MI5 no Oriente Médio, disse que as ameaças feitas por Bet-Zuri foram reveladas por outro membro da Stern Gang capturado em abril de 1945.
O suspeito revelou: “Logo que Bet-Zuri retornou ao quartel-general do Stern, ele propôs um plano para assassinar altas personalidades políticas britânicas, incluindo o Sr. Churchill, sendo portanto necessário que emissários fossem enviados a Londres”.
Mas o Major Robertson notou: “A informação acima, como pode ser visto, não diz muito. No entanto, justifica nossa preocupação com o perigo de atentados contra a vida de pessoas importantes, e é uma preocupação a ser levada a sério”.
Após a Segunda Guerra Mundial houve um dramático crescimento do terrorismo sionista na Palestina, que ainda era administrada pela Grã-Bretanha, numa tentativa de pressionar o governo de Clement Atlee a criar um estado judaico.
Em fevereiro de 1946 o oficial de segurança do Reino Unido na Palestina enviou um telegrama secreto para Londres revelando detalhes de “fonte seguras” sobre um plano para assassinar ministros britânicos.
Ele escreveu: “O Stern está treinando membros para irem à Inglaterra para assassinar membro do governo de Sua Majestade, especialmente o Sr. Bevin. O grupo também parece estar ganhando a simpatia de judeus poderosos na Palestina. Um fluxo constante de recrutas para a Stern vem dessas conexões”.
Em junho daquele ano o Major Robertson disse à Scotland Yard que a crescente atividade terrorista na Palestina se devia em parte à um discurso feito por Bevin em Bournemouth.
Ele escreveu: “Este discurso causou considerável amargura na comunidade judaica na Palestina. O povo nas ruas descreve o discurso como ‘o mais anti-semita’ já proferido por um estadista britânico”.
Os medos cresceram em julho de 1946 quando o grupo judeu paramilitar Irgun bombardeou o Hotel King David, principal centro administrativo britânico em Jerusalém, matando 91 pessoas.
No dia seguinte, o MI5 levantou preocupações sobre um possível assassinato de Bevin se este desejasse prosseguir com uma visita ao Egito para a assinatura de um tratado: “Haveria obviamente perigo considerável de um atentado contra ele, tanto por grupos que se opõem ao tratado quanto pelo Irgun ou Stern. Se um fanático tentasse assassiná-lo, sem preocupação com a própria segurança, haveria muito pouco que pudéssemos fazer”.
E um telegrama secreto enviado da sede do MI5 para o Oriente Médio avisava: “Possibilidade de ataques terroristas contra o secretariado durante a proposta visita ao Egito é quase uma certeza absoluta no Oriente Médio”.
Fonte: Daily Mail, 4 de abril de 2011.
Eliyahu Bet-Zuri sugeriu enviar agentes da Stern Gang, um grupo paramilitar sionista devotado a expulsar os britânicos da Palestina, a Londres para matar o então Primeiro-Ministro.
Bet-Zuri foi enforcado em 1945 por assassinar Lord Moyne, ministro britânico residente no Oriente Médio e grande amigo de Churchill, no Cairo em novembro de 1944.
O MI5 estava muito preocupado que terroristas judeus pudessem tentar assassinar outros líderes políticos britânicos, em particular o ministro do exterior do pós-guerra, Ernst Bevin, mostram arquivos recentemente liberados.
O Major James Robertson, da seção do MI5 no Oriente Médio, disse que as ameaças feitas por Bet-Zuri foram reveladas por outro membro da Stern Gang capturado em abril de 1945.
O suspeito revelou: “Logo que Bet-Zuri retornou ao quartel-general do Stern, ele propôs um plano para assassinar altas personalidades políticas britânicas, incluindo o Sr. Churchill, sendo portanto necessário que emissários fossem enviados a Londres”.
Mas o Major Robertson notou: “A informação acima, como pode ser visto, não diz muito. No entanto, justifica nossa preocupação com o perigo de atentados contra a vida de pessoas importantes, e é uma preocupação a ser levada a sério”.
Após a Segunda Guerra Mundial houve um dramático crescimento do terrorismo sionista na Palestina, que ainda era administrada pela Grã-Bretanha, numa tentativa de pressionar o governo de Clement Atlee a criar um estado judaico.
Em fevereiro de 1946 o oficial de segurança do Reino Unido na Palestina enviou um telegrama secreto para Londres revelando detalhes de “fonte seguras” sobre um plano para assassinar ministros britânicos.
Ele escreveu: “O Stern está treinando membros para irem à Inglaterra para assassinar membro do governo de Sua Majestade, especialmente o Sr. Bevin. O grupo também parece estar ganhando a simpatia de judeus poderosos na Palestina. Um fluxo constante de recrutas para a Stern vem dessas conexões”.
Em junho daquele ano o Major Robertson disse à Scotland Yard que a crescente atividade terrorista na Palestina se devia em parte à um discurso feito por Bevin em Bournemouth.
Ele escreveu: “Este discurso causou considerável amargura na comunidade judaica na Palestina. O povo nas ruas descreve o discurso como ‘o mais anti-semita’ já proferido por um estadista britânico”.
Os medos cresceram em julho de 1946 quando o grupo judeu paramilitar Irgun bombardeou o Hotel King David, principal centro administrativo britânico em Jerusalém, matando 91 pessoas.
No dia seguinte, o MI5 levantou preocupações sobre um possível assassinato de Bevin se este desejasse prosseguir com uma visita ao Egito para a assinatura de um tratado: “Haveria obviamente perigo considerável de um atentado contra ele, tanto por grupos que se opõem ao tratado quanto pelo Irgun ou Stern. Se um fanático tentasse assassiná-lo, sem preocupação com a própria segurança, haveria muito pouco que pudéssemos fazer”.
E um telegrama secreto enviado da sede do MI5 para o Oriente Médio avisava: “Possibilidade de ataques terroristas contra o secretariado durante a proposta visita ao Egito é quase uma certeza absoluta no Oriente Médio”.
Fonte: Daily Mail, 4 de abril de 2011.
Lista de terroristas judeus procurados pelos britânicos em 1946.
Veja também:
>>Nota de Falecimento: Nigel Gribbon
>>Sir Archibald Wavell
>>URSS teve duas chances de matar Hitler
>>Ingleses queriam os Dambusters para matar Mussolini
>>Diplomata amador buscou acordo com os Nazistas
Comente aqui!
0 comentários:
Postar um comentário