Faleceu no último dia 8 de julho em Bremen, na Alemanha, de causas naturais aos 93 anos de idade, o ganhador da Cruz do Cavaleiro, Major Werner Hoffmann.
Nascido em Stettin, Hoffmann iniciou-se na pilotagem de planadores em 1932, e acabou juntando-se à Luftwaffe em 4 de dezembro de 1936. Após terminar o treinamento básico de terra, iniciou o treinamento de voo em abril de 1937, conseguindo sua insígnia de piloto em junho de 1938. Comissionado Leutnant em outubro daquele ano, ele foi designado para o III Gruppe do JG 234, que se tornaria uma das primeiras unidades de caças pesados da Alemanha: o ZG 52. Para adaptar-se ao novo bimotor Messerschmitt Me 110, Hoffmann passou por mais um período de treinamento a partir de maio de 1939, e finalmente estava pronto para o combate durante a Batalha da França em maio de 1940.
No dia 24 de maio ele abriu seu escore, derrubando um Spitfire da RAF sobre Calais. Contudo, no dia 19 de junho foi ferido durante uma missão de ataque ao solo, e hospitalizado. Em julho, foi feito instrutor de uma unidade de treinamento de caças pesados na Dinamarca, sendo promovido a Oberleutnant. Em agosto de 1941, Hoffmann foi transferido para a Nachtjagd, a caça noturna da Luftwaffe. Após completar o treinamento de voo cego e noturno, ele recebeu o comando da 5ª Staffel do Nachtjagdgeschwader 3, baseado em Schleswig. Assim, realizou seus primeiros abates noturnos na noite de 25-26 de junho de 1942, quando derrubou dois bombardeiros ingleses sobre Bremen. Promovido a Hauptmann em fevereiro de 1943, ele foi enviado para o I./NJG 1 em maio, mas teve que apressadamente assumir o comando do I Gruppe do NJG 5 em 5 de julho, quando o antigo comandante da unidade, Hauptmann Siegfried Wandam, foi morto em ação. Hoffmann foi condecorado com a Cruz Alemã em Ouro em 15 de novembro, quando contava com 15 vitórias aéreas, e teve que saltar sobre Berlim em 20 de janeiro de 1944, quando seu caça foi atingido por fogo inimigo durante uma interceptação. Após atingir sua 31ª vitória aérea, ele foi condecorado com a Cruz do Cavaleiro da Cruz de Ferro em 4 de maio de 1944, e promovido a Major em junho.
No fim do mês de julho, sua unidade foi enviada para Stendal, para receber os novos caças noturnos Junkers Ju 88G-6. Enviados para a Prússia Oriental, Hoffmann e seus colegas passaram a enfrentar a Força Aérea Soviética no fim do ano, encerrando 1944 com 44 vitórias no currículo. Após algum tempo realizando missões de ataque ao solo contra o Exército Vermelho, ele voltou à frente ocidental, conseguindo derrubar mais 7 aeronaves em 1945, antes de ser abatido por um Mosquito sobre Nuremberg na noite de 16-17 de março. Ferindo-se gravemente na queda, ele não mais voou durante a guerra. Hoffmann foi capturado pelos ingleses em 7 de maio e passou três meses prisioneiro. Seu saldo final foi de 51 vitórias confirmadas em 192 missões operacionais.
Após a guerra, Hoffmann estudou farmácia e abriu uma drogaria em Goslar. Em 1957, passou a trabalhar para os Laboratórios Hoechst como consultor em Bremen, permanecendo nessa posição até aposentar-se. Werner Hoffmann era bastante solícito e gostava de passar tempo falando sobre suas experiências de guerra. Ele deixa esposa e filhos.
Nascido em Stettin, Hoffmann iniciou-se na pilotagem de planadores em 1932, e acabou juntando-se à Luftwaffe em 4 de dezembro de 1936. Após terminar o treinamento básico de terra, iniciou o treinamento de voo em abril de 1937, conseguindo sua insígnia de piloto em junho de 1938. Comissionado Leutnant em outubro daquele ano, ele foi designado para o III Gruppe do JG 234, que se tornaria uma das primeiras unidades de caças pesados da Alemanha: o ZG 52. Para adaptar-se ao novo bimotor Messerschmitt Me 110, Hoffmann passou por mais um período de treinamento a partir de maio de 1939, e finalmente estava pronto para o combate durante a Batalha da França em maio de 1940.
No dia 24 de maio ele abriu seu escore, derrubando um Spitfire da RAF sobre Calais. Contudo, no dia 19 de junho foi ferido durante uma missão de ataque ao solo, e hospitalizado. Em julho, foi feito instrutor de uma unidade de treinamento de caças pesados na Dinamarca, sendo promovido a Oberleutnant. Em agosto de 1941, Hoffmann foi transferido para a Nachtjagd, a caça noturna da Luftwaffe. Após completar o treinamento de voo cego e noturno, ele recebeu o comando da 5ª Staffel do Nachtjagdgeschwader 3, baseado em Schleswig. Assim, realizou seus primeiros abates noturnos na noite de 25-26 de junho de 1942, quando derrubou dois bombardeiros ingleses sobre Bremen. Promovido a Hauptmann em fevereiro de 1943, ele foi enviado para o I./NJG 1 em maio, mas teve que apressadamente assumir o comando do I Gruppe do NJG 5 em 5 de julho, quando o antigo comandante da unidade, Hauptmann Siegfried Wandam, foi morto em ação. Hoffmann foi condecorado com a Cruz Alemã em Ouro em 15 de novembro, quando contava com 15 vitórias aéreas, e teve que saltar sobre Berlim em 20 de janeiro de 1944, quando seu caça foi atingido por fogo inimigo durante uma interceptação. Após atingir sua 31ª vitória aérea, ele foi condecorado com a Cruz do Cavaleiro da Cruz de Ferro em 4 de maio de 1944, e promovido a Major em junho.
No fim do mês de julho, sua unidade foi enviada para Stendal, para receber os novos caças noturnos Junkers Ju 88G-6. Enviados para a Prússia Oriental, Hoffmann e seus colegas passaram a enfrentar a Força Aérea Soviética no fim do ano, encerrando 1944 com 44 vitórias no currículo. Após algum tempo realizando missões de ataque ao solo contra o Exército Vermelho, ele voltou à frente ocidental, conseguindo derrubar mais 7 aeronaves em 1945, antes de ser abatido por um Mosquito sobre Nuremberg na noite de 16-17 de março. Ferindo-se gravemente na queda, ele não mais voou durante a guerra. Hoffmann foi capturado pelos ingleses em 7 de maio e passou três meses prisioneiro. Seu saldo final foi de 51 vitórias confirmadas em 192 missões operacionais.
Após a guerra, Hoffmann estudou farmácia e abriu uma drogaria em Goslar. Em 1957, passou a trabalhar para os Laboratórios Hoechst como consultor em Bremen, permanecendo nessa posição até aposentar-se. Werner Hoffmann era bastante solícito e gostava de passar tempo falando sobre suas experiências de guerra. Ele deixa esposa e filhos.
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