
Uma das mais desafiadoras restaurações de warbirds no mundo está cada vez mais próxima da conclusão.
A equipe da AvSpecs em Auckland, Nova Zelândia, está trabalhando num De Havilland Mosquito da Segunda Guerra Mundial já há quase oito anos, e no mês passado colocaram a aeronave para fora do hangar pela primeira vez. Os restauradores esperam que voe ainda este ano.
Warren Denholm, dono da empresa, procurou conter o entusiasmo sobre a conclusão do projeto: “Dizem que em coisas assim, quando você terminou 90%, ainda faltam 90% pra terminar”.
Mas nos próximos seis meses toda a fiação e checagens de sistema estarão completas, e o Mosquito irá para o trabalho de pintura que deverá tomar mais um mês. Após extensas checagens acontecerá o teste de voo, usando um piloto local.
Então, quem pode voar um Mosquito, já que não há nenhum voando?
“Nossos pilotos locais fazem todos os nossos testes de voo”, explica Warren. “Estão entre os melhores do mundo e embora não tenham experiência específica no Mosquito, suas carreiras os tornam altamente qualificado”.
O dono da aeronave, o americano Jerry Yagen, que possui dezenas de warbirds em seu Military Aviation Museum, está feliz com o progresso da restauração e aguarda ansiosamente a entrega para sua coleção – que é a maior coleção privada de aeronaves das duas guerras mundiais em condições de voo.
Quando estiver voando, será o único Mosquito no mundo nessas condições. O plano é certificá-lo na Nova Zelândia antes de realizar um show no aeroporto de Ardmore, antes de entregá-lo ao proprietário. Será então necessário certificá-lo nos EUA antes que possa voar por lá.
“Será uma oportunidade única para as pessoas verem este avião. Esperamos que aconteça no terceiro trimestre deste ano”.
Com o término de outro projeto da empresa, há agora mais pessoas trabalhando no Mosquito em tempo integral. “Foi para o primeiro lugar na fila. E nos próximos meses serão ligados os motores – este é nosso principal projeto agora”, disse Warren.
Fonte: The Aucklander, 11 de janeiro de 2012.
A equipe da AvSpecs em Auckland, Nova Zelândia, está trabalhando num De Havilland Mosquito da Segunda Guerra Mundial já há quase oito anos, e no mês passado colocaram a aeronave para fora do hangar pela primeira vez. Os restauradores esperam que voe ainda este ano.
Warren Denholm, dono da empresa, procurou conter o entusiasmo sobre a conclusão do projeto: “Dizem que em coisas assim, quando você terminou 90%, ainda faltam 90% pra terminar”.
Mas nos próximos seis meses toda a fiação e checagens de sistema estarão completas, e o Mosquito irá para o trabalho de pintura que deverá tomar mais um mês. Após extensas checagens acontecerá o teste de voo, usando um piloto local.
Então, quem pode voar um Mosquito, já que não há nenhum voando?
“Nossos pilotos locais fazem todos os nossos testes de voo”, explica Warren. “Estão entre os melhores do mundo e embora não tenham experiência específica no Mosquito, suas carreiras os tornam altamente qualificado”.
O dono da aeronave, o americano Jerry Yagen, que possui dezenas de warbirds em seu Military Aviation Museum, está feliz com o progresso da restauração e aguarda ansiosamente a entrega para sua coleção – que é a maior coleção privada de aeronaves das duas guerras mundiais em condições de voo.
Quando estiver voando, será o único Mosquito no mundo nessas condições. O plano é certificá-lo na Nova Zelândia antes de realizar um show no aeroporto de Ardmore, antes de entregá-lo ao proprietário. Será então necessário certificá-lo nos EUA antes que possa voar por lá.
“Será uma oportunidade única para as pessoas verem este avião. Esperamos que aconteça no terceiro trimestre deste ano”.
Com o término de outro projeto da empresa, há agora mais pessoas trabalhando no Mosquito em tempo integral. “Foi para o primeiro lugar na fila. E nos próximos meses serão ligados os motores – este é nosso principal projeto agora”, disse Warren.
Fonte: The Aucklander, 11 de janeiro de 2012.
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